Nós da Cia. Auto-Mecânica de Teatro iniciamos o ano em festa com a indicação ao 22º Prêmio Shell de Teatro, no qual estamos concorrendo na Categoria Especial. Especial porque na verdade esta indicação é um prêmio para o trabalho coletivo que representa o espírito de nosso tempo.
Vivemos um admirável mundo novo, em que temos ao nosso alcance todos os meios disponíveis para criarmos nossa Arte. Temos gratuitamente e-mails, Youtube, Blogs, Redes Sociais, Wikipedias, Códigos Livres, Servidores de Streaming, Flickr e até Banda Larga. A digitalização dos equipamentos de fotografia e cinema também popularizou o fazer artístico e tornou acessíveis a todos um fluxo de trabalho que antes era proibitivo. Hoje qualquer telefone celular tem uma câmera fotográfica que já é melhor do que a primeira câmera digital que eu tive. E muitos deles ainda filmam com grande qualidade. No Cinema e na Publicidade, muitos profissionais estão fascinados com as câmeras fotográficas profissionais que filmam em altíssima qualidade. Finalmente, a profecia de Glauber Rocha se tornou realidade: Estamos numa época em que basta “Uma idéia na cabeça e uma câmera (ou celular) na mão”. Todo o resto está aí, esperando ser utilizado.
E dezenas de artistas e técnicos perceberam isto e se dedicaram ao nosso projeto ao longo de mais de um ano de intenso trabalho. Mesmo sem patrocínio algum, todos eles doaram seus talentos para que chegássemos ao fim deste primeiro ano de Teatro Para Alguém, entendendo o espírito da Internet, resumido em alguns fundamentos: a liberdade criativa, a livre doação e circulação do trabalho colaborativo e democrático. São guerrilheiros que entenderam o legado que Cildo Meireles deixou nas artes plásticas quando se utilizou das garrafas de Coca-Cola para fazer circular mensagens contra o sistema político e econômico vigente àquela época. Só que hoje tudo é mais fácil ainda: Temos tanto a liberdade como os instrumentos à mão, sem o risco de repressão política da época.
Por tudo isso queremos deixar público que esta indicação não é só para a Cia. Auto-Mecânica de Teatro. É especialmente um prêmio para todos os “malucos” que entenderam que a Arte hoje transcende todos os conceitos já antiquados: de Teatro, de Ingresso, de Palco, de Cinema, de Indústria Cultural, de todos os ismos. Uma parte desta relação está abaixo. Para eles, todos os prêmios possíveis e o registro da eternidade digital.
É um grande prazer ver nomes tão especiais juntos em apenas um ano. Obrigado!
Abel Martins de Saint Falbo
Adelina Estrella
Alberto Guzik
Alessandra Fratus
Alexandre Bacci
Aline Lopes
Amazyles Almeida
Ana Andreatta
Ana Elisa Carramaschi Vilela
Andréia Horta
Ângela Dip
Anne Cerutti
Antônio Croda Chies
Antônio Januzelli
Antônio Prata
Antônio Apolinário
Antônio Petrin
Ariela Goldmann
Arrigo Barnabé
Cacá Bernardes
Carla Faour
Carlos Careqa
Carlos Rodrigues
Carol Leiderfarb
Carolina Barranco
Celso Curi
Claudinei Brandão
Cléo de Páris
Cris Socci
Cynthia Becker
Daniel Tavarez
Danilo Camargo
Danilo Marques
Danilo Solferini
Donizeti Mazonas
Drika Rebeschini
Edu Brisa
Eduardo Baszczyn
Elias Andreato
Érica Knapp
Everli Santos
Fabio Penna
Felipe Barenco
Felipe de Moraes
Felipe Herzog
Fernanda Jaber
Fernando Catelan
Gabrielle Lopez
Gilda Nomacce
Gisele Inácio
Gustavo de Souza
Gustavo Gonçalves
Heitor Goldflus
Helena Ignez
Heloisa Pait
Henrique Reganatti
Iara Jamra
Igor Angelkorte
Índigo
Irene Sinnecker Levin
Iva Inez
Ivan Marchini
Izabel Lima
Jaime Saraiva
Jefferson Schroeder
Jether Bineli
Jeyne Stakflett
Jô Bilac
Julia Spadaccini
José Cetra
José Luiz Sampaio
José Mojica Marins
Juliana Bender
Julius Cesar Conforti
Julyane Bodini
Laerte Késsimos
Larissa Câmara
Laura Huzak Andreato
Leandro Lopes
Lenny Dark
Lianna Matheus
Lucas Barreto
Luis Rossi
Luiz Antonio Fortes
Lourenço Mutarelli
Loreana Valentini
Lucas Pretti
Luis Eduardo
Luise Cohen
Lulu Pavarin
Maíra Suzuki
Manuela Cardoso
Marcello Jordan
Marcelo Barillari
Marcelo Lahan
Marco Antônio Braz
Marco Catalão
Marco Túlio Garcia
Marcos Gomes
Marcos Medeiros
Maria Cuca
Maria Manoella
Mário Bortolotto
Marta Góes
Maurício Tibiriçá
Mauro Schames
Mayara Lopes
Melissa Schleich
Michelle Gonçalves
Milena Szafir
Miriam Mehler
Nadya Millano
Neusa Mafer
Nilton Bicudo
Nilton Rosa
Paula Alexander
Paula Parisot
Paula Picarelli
Paulo Bordhin
Paulo César Peréio
Paulo Cunha
Priscila Gontijo
Radja Lins
Rafael Carvalho
Rafael Vogt Maia Rosa
Renata Mizrahi
Rene Brasil
Richard C. Haber
Roberto Cohen Junior
Roberto de Alencar
Sabrina Greve
Sabrina Orthmann
Sérgio Roveri
Sílvia Faro
Sílvio Restiffe
Tadeu Parrillo Frede
Tamayo Nazarian
Tatiana Guimarães
Thadeu Wojciechowski
Umanto
Zemanuel Piñero
Verenna Gorostiaga
Wagner Montes
Yara de Novaes
Zeca Bittencourt
Teatro Para Alguém, um projeto da Cia. Auto-Mecânica de Teatro:
Renata Jesion, Nelson Kao, Lucas Pretti, Luciana Siqueira e Márcio Ferreira.
Fechamos parceria com o Portal Cronópios, de arte e literatura. É o projeto “Teatro 1 1/2″, que começa por aqui em 12 de março. Você pode colaborar e ter um texto encenado.Veja o release conjunto:
Teatro 1 1/2
O Teatro Para Alguém, indicado ao Prêmio Shell de Teatro na categoria Projeto Especial, e o Portal Cronópios, que trata de literatura e arte há cinco anos, fazem parceria inédita e levam para o público internauta o “Teatro 1 1/2”. O projeto tem como objetivo apresentar, em apenas um minuto e meio, textos adaptados e transformados em espetáculos para a web. Os textos serão selecionados entre os autores do Portal Cronópios. O resultado desta iniciativa poderá ser conferido a partir de 12 de março, sexta-feira, em três apresentações ao vivo. A primeira sessão começa às 21 horas, a segunda às 21h15 e a terceira às 21h30 no site www.teatroparaalguem.com.br. Das 21h30 até 22h o internauta terá a oportunidade de conversar com o autor, com os atores e com toda a curadoria do Teatro Para Alguém por meio de um chat. Logo mais traremos novidades para você sobre a parceria e sobre as peças selecionadas. Aguarde!
Mas … dentro do armário? Pois é. O Bortolotto com seu humor peculiar não deixaria a gente fazer um post sem deboche. Queremos que ele saia logo do armário. Com seus personagens marginais, ele sempre riu com seus heróis fracassados em invisíveis batalhas pessoais dentro do submundo. E todos nós nada mais somos do que isso. Artistas escondidos no armário da Praça Roosevelt, na falta de um lugar melhor para ir. O que fazemos lá? Nossas lutas diárias. Realizamos nossos espetáculos, discutimos os processos de trabalho, bebemos um pouco para esquecer a dor e tentar descobrir uma solução revolucionária para o mundo.
No entanto, este movimento não deve ser confundido com exuberância. A Classe Teatral é pobre, feia e suja. Desarticulada. Esfomeada. Corre o dia todo atrás de editais, SESCs, Secretarias de Cultura, e aceita qualquer trocado para continuar o circo. A pão.
Como alguém pode assaltar um teatro da Praça Roosevelt? Não temos nada para sermos assaltados. Basta entrar no prestigioso Espaço dos Satyros e ver suas instalações para constatarem o quanto somos ricos.
José Mojica Marins, Renata Jesion e Mário Bortolotto em Corpo Estranho 2
Pelo Mário finalmente nos mobilizamos. Mas precisamos ir além. Precisamos de segurança. Postos policiais permanentes. Iluminação pública adequada, nos dois lados da Praça. Alvarás para funcionamento dos bares. Queremos as obras de reurbanização, que há mais de 20 anos nunca saíram do papel. Queremos receber os valores dos editais sem cortes depois de aprovados. Queremos incentivos permanentes para criarmos vida em outros lugares a exemplo do que fizemos na Praça Roosevelt. Bairros antes abandonados como a Barra Funda hoje são pólos de cultura e de vida social. Isso mostra como o nosso trabalho tem valor público, e retorna para a sociedade sob a forma de transformação e bem-estar social.
E precisamos do apoio da esfera pública e da população para continuarmos a disseminar alegria e sairmos, cada vez mais do armário. Viva Bortolotto!
Quem puder ajudar a família do dramaturgo, por favor, faça uma doação para a conta da mãe de sua filha:
CHRISTINE DO CARMO VIANA
Banco UNIBANCO, agênca 0935, conta poupança 127721-6
Quem puder doar sangue:
Santa Casa, Rua Cesário Motta Jr, 112, Centro.
Neste fim de semana (sábado, 5, e domingo, 6/12) três coisas bem importantes acontecerão no Teatro Para Alguém:
1) Faremos a primeira transmissão ao vivo de peças fora da nossa sede, em São Paulo. Estaremos eu, o Kao e a Ale Fratus (mais nossas câmeras e notebooks) no Rio para encenar textos do blog Drama Diário (detalhes da parceria, abaixo).
2) Daremos continuidade aos projetos de parcerias, que iniciamos em julho com o Núcleo de Dramaturgia do SESI-British Council. Dessa vez são sete dramaturgos cariocas (Carla Faour, Larissa Câmara, Camilo Pellegrini, Felipe Barenco, Renata Mizrahi, Jô Bilac e Julia Spadaccini), que escrevem diariamente no Drama Diário sobre temas semanais. O tema escolhido para os textos no TPA foi “internet” – e os textos já foram postados durante a semana. As cenas serão exibidas ao vivo online em sequência, às 21h e às 22h no sábado (5), e só às 21h no domingo (6). Assista neste link ou clicando em Quarto na casa principal.
3) Faremos uma transmissão remota para uma plateia física, de verdade, não virtual. O Teatro Para Alguém participará do evento Twitter 1K – um encontro de twitteiros com mais de 1.000 seguidores no The Hub, escritório de cultura digital em São Paulo. Um telão mostrará a peça às 22h de sábado (5) para quem estiver por lá. É a primeira vez oficialmente que os espectadores do TPA se encontram e assistem a uma peça nova juntos.
Legal tudo isso, né?
——————-
Abaixo, reproduzo o texto publicado no Drama Diário apresentando a parceria:
DRAMA DIÁRIO E TEATRO PARA ALGUÉM
Queridos leitores,
Neste final de semana (sábado e domingo, 21h) serão transmitidos ao vivo pelo site Teatro para Alguém de São Paulo, as cenas publicadas aqui com o tema INTERNET. Confiram o site http://www.teatroparaalguem.com.br
Esta parceria é resultado de uma matéria realizada pela Folha de São Paulo que falava sobre projetos que linkavam teatro e internet: o carioca Drama Diário e o paulista Teatro para Alguém.
É com muita alegria que concretizamos esta parceria e convidamos a todos para conferirem ao vivo como será esta experiência. As cenas serão gravadas em dois espaços: Studio Escola de Atores, em Laranjeiras, no sábado; e no domingo no IBAM, em parceria com o projeto A cena da cidade.
A exibição acontecerá em tempo real pelo site do Teatro para Alguém e para uma platéia em São Paulo que acompanhará a gravação através de um telão.
No elenco IGOR ALGELKORTE, JEFFERSON SCHROEDER, JULIANA BENDER, JULYANE BODINI, LUIZ ANTONIO FORTES E PAULA ALEXANDER.
Direção das cenas FELIPE BARENCO e supervisão de direção FELIPE HERZOG. Produção FELIPE BARENCO E FELIPE HERZOG.
Agradecimentos especiais MARIA GRIFTH, NATASHA CORBELINO E SONAIRA D´AVILA
A primeira versão da peça publicada pelo www.centopeia.net tinha uma epígrafe de Claes Oldenburg. Depois da experiência da transmissão ao vivo, ontem à noite, no TPA, não pude deixar de lembrar desse texto do artista, cujo final transcrevo aqui, na íntegra:
“O divertido é misturar alhos com bugalhos - por exemplo: combinar nossas noções de escultura com nossas noções de um simples objeto “comum”: almondega com quarto de dormir. As sutilezas e as estratégias dessa controvérsia me encantam; disputo as definições - assim ou assado - uma idéia, outra idéia - e então saio do estúdio e corro para as ondas do Pacífico (frias nessa época do ano). Mas o trabalho pronto não é um problema; é a minha solução. Uma problema para os outros, talvez. Se eles quiserem poderão retomar meu caminho. Bem no início há uma “norma” obstinada, uma decisão cujas consequências são imprevisíveis. A norma é seguida com firmeza - os fatos cedem ou amoldam-se à decisão. A solução é fascinante (se vier) porque a proposta é absurda. Arte como esporte. (Nova York, maio de 1967)
Enfim, plano sequência ou montagem, teatro ou cinema, merda ou ação? Agora não importa. Foi um privilégio ter participado do jogo. Obrigado.
Uma das perguntas para a versão radiofônica da peça Esquecendo Wimbledon era como um enredo tradicional podia sobreviver à ausência de imagens e tempo limitado a pouco menos de cinco minutos. Apelou-se para a lembrança de um repertório cinematográfico familiar, envolvendo alguma superação no universo esportivo. Como são histórias longas, sem querer abrir mão de algumas de suas personagens, pensou-se que uma versão condensada ao extremo poderia ser encontrada em um tipo de filme pornográfico, em que não há espaço para sustentar qualquer ilusão porque tudo converge para a filmagem do ato sexual com uma proximidade anatômica. O resultado é, em parte, algo que pode ser resumido pela sinopse: “Quando o jogo parece perdido, uma jovem que vive em uma antiga vila olímpica encontra a oportunidade de realizar seu desejo.”
Depois de uma conversa sobre relações entre teatro e cinema, Renata Jesion e Nelson Kao abriram a possibilidade para que a peça se realizasse no momento em que essas duas linguagens se encontram pela filmagem de uma performance ao vivo. E, enquanto assistia a um dos ensaios iniciais, do primeiro andar do Teatro Para Alguém, vi pela tela de vídeo que exibia a c filmada que a direção de Sabrina Greve tinha optado por planos fechados a uma distância a meio caminho entre as abstrações do texto e a proximidade imposta por um filme pornô. Dessa maneira, seguindo a regra básica do TPA, o enredo mínimo que a peça traz se sustenta em um plano seqüência em que os diálogos estão conectados por meio closes em movimentos associados quase que exclusivamente às roupas das personagens, uma simplicidade justa que o poeta e ensaísta Sérgio Medeiros previu como um sonho comum com “coisas claras: superfícies, tênis…” Agora, se o ator do filme erótico vive para mostrar uma ação, a expectativa para a estréia desse trabalho em forma de uma webcena, parece ser a de conseguir perceber no audiovisual, pela luz, sonoplastia e principalmente pela interpretação do elenco, aquilo que as personagens realmente sentem do lado de lá, no interior da imagem.
A Renata me pediu para listar o texto que a Heloisa Pait (à esquerda, acima, com a atriz Priscila Gontijo) escreveu sobre ‘Corpo Estranho’ na seção Na Mídia (ali no Hall). Mas a Helô é mais de casa do que alguém que escreve sobre ou critica o Teatro Para Alguém. Então resolvi reproduzir aqui (com o link para o original):
Novela ao avesso
Acabei um artigo complicado e agora posso escrever no blog. Hoje é sobre o Teatro para Alguém. Participei de um espetáculo há duas semanas, então não preciso ser isenta, sou parte da turma. E vou jogar confete.
Nem poderia ser isenta, pois sou fã da Renata desde que ela era rainha da patinação na Hebraica. Mas eu não apostava muito no Teatro pela Internet, afinal que meio é esse? Tinha baixado uma Dona Carlota em mim, e eu perguntava: é teatro, é filme, é internet? Afinal de contas, o que você fazzz?
Quando vi como ficou legal o Melhor que a Clarice Lispector eu perguntei para o Lucas: e esse Corpo Estranho, o que é, hein? Chorei de rir só com a sinopse. Tem um bar dos sósias, ele me contou. Um bar onde vão só sósias.
Disse para o Lucas ler o Gigante Burocrator, de autoria de meu irmão, que seria uma espécie de Lourenço Mutarelli da Poli. Ele não esperou o meu email – eu estava por conta do artigo supra mencionado – e achou na internet, leu e adorou. Legal!
E eu fui checar o tal Corpo Estranho, do Mutarelli ele mesmo, o que escreveu O Cheiro do Ralo, com o Selton Mello. A Renata disse: é o universo dele mesmo, ele é assim. O que só confirma minha suspeita que artista não inventa nada. A gente só conta pros outros onde vive de verdade.
Bom, chega de entretantos. A Renata que falou: é uma novela. No espisódio 7 da primeira temporada, por exemplo, tem um papo de casal discutindo a relação. Que nem novela. Mas é do avesso. Os assuntos bizarros, um creme vaginal, o bar dos sósias. Maravilha.
No episódio 9 a cena do médico mostrando o pé descalço como numa tirinha, e a gente rindo como ri de tirinha. Mas ri angustiado, que trama bizarra. Novela, teatro, tira, cinema, sei lá.
Só sei que eu parava de escrever o artigo e falava: ah, mais um episódiozinho. Só mais um. Depois eu volto, é até bom, risada faz bem pro cérebro e eu vou escrever melhor depois. Então fui vendo um a um, tipo novela, contente com o gancho.
E o melhor é que ainda tem a segunda temporada!
Veja também o depoimento da Helô sobre seu texto aqui.
O ator Zemanuel Piñero, aqui do Teatro Para Alguém, entra em cartaz hoje no Sesc Anchieta com a peça ‘Sonho de Outono’, do norueguês Jon Fosse, sob direção de Emílio de Mello (da Cia. dos Atores, do Rio). Parece que a temporada no Rio foi bem legal.
Veja o flyer:
O Zé já participou de cinco produções no TPA. Reveja quando quiser:
O Teatro Para Alguém vai participar na semana que vem do 1º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia do SESI-British Council. No dia 26/10, segunda-feira, às 11h30, nosso diretor de fotografia e cenógrafo Nelson Kao estará na mesa “As Linguagens Dramatúrgicas na Sociedade Globalizada”, conversando com o dramaturgo inglês David Ian Neville com mediação de Ricardo Medeiros.
Para quem não lembra, tivemos um projeto em conjunto com os novos dramaturgos formados lá neste ano. Foi o projeto Os 12 Dramaturgos, com peças inéditas, todas ainda disponíveis, claro, no Porão.
O debate do dia 26 vai ter transmissão ao vivo pela web, ok? Fiquem ligados.
O Teatro Para Alguém foi convidado para assistir a pré-estreia do espetáculo “A Música Segunda” de Marguerite Duras no Teatro VIVO. Assim que chegamos nos deparamos com um Workshop na sala ao lado o teatro. E lá estavam, o diretor da peça José Possi Neto, o editor literário Pedro Paulo de Sena Madureira e os atores Leonardo Medeiros e Helena Ranaldi, no meio de uma platéia onde haviam mais de 200 adolescentes para escutá-los. Foi uma aula e tanto! Depois finalmente seguimos para o Teatro para conferir o espetáculo. Confiram também.