Archive for the ‘centrífuga’ Category

TPA no Rio, parceria com o Drama Diário e telão no t1K

Friday, December 4th, 2009

Neste fim de semana (sábado, 5, e domingo, 6/12) três coisas bem importantes acontecerão no Teatro Para Alguém:

1) Faremos a primeira transmissão ao vivo de peças fora da nossa sede, em São Paulo. Estaremos eu, o Kao e a Ale Fratus (mais nossas câmeras e notebooks) no Rio para encenar textos do blog Drama Diário (detalhes da parceria, abaixo).

2) Daremos continuidade aos projetos de parcerias, que iniciamos em julho com o Núcleo de Dramaturgia do SESI-British Council. Dessa vez são sete dramaturgos cariocas (Carla Faour, Larissa Câmara, Camilo Pellegrini, Felipe Barenco, Renata Mizrahi, Jô Bilac e Julia Spadaccini), que escrevem diariamente no Drama Diário sobre temas semanais. O tema escolhido para os textos no TPA foi “internet” – e os textos já foram postados durante a semana. As cenas serão exibidas ao vivo online em sequência, às 21h e às 22h no sábado (5), e só às 21h no domingo (6). Assista neste link ou clicando em Quarto na casa principal.

3) Faremos uma transmissão remota para uma plateia física, de verdade, não virtual. O Teatro Para Alguém participará do evento Twitter 1K – um encontro de twitteiros com mais de 1.000 seguidores no The Hub, escritório de cultura digital em São Paulo. Um telão mostrará a peça às 22h de sábado (5) para quem estiver por lá. É a primeira vez oficialmente que os espectadores do TPA se encontram e assistem a uma peça nova juntos.

Legal tudo isso, né?

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Abaixo, reproduzo o texto publicado no Drama Diário apresentando a parceria:

DRAMA DIÁRIO E TEATRO PARA ALGUÉM

Queridos leitores,

Neste final de semana (sábado e domingo, 21h) serão transmitidos ao vivo pelo site Teatro para Alguém de São Paulo, as cenas publicadas aqui com o tema INTERNET. Confiram o site
http://www.teatroparaalguem.com.br

Esta parceria é resultado de uma matéria realizada pela Folha de São Paulo que falava sobre projetos que linkavam teatro e internet: o carioca Drama Diário e o paulista Teatro para Alguém.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u603083.shtml

É com muita alegria que concretizamos esta parceria e convidamos a todos para conferirem ao vivo como será esta experiência. As cenas serão gravadas em dois espaços: Studio Escola de Atores, em Laranjeiras, no sábado; e no domingo no IBAM, em parceria com o projeto A cena da cidade.

A exibição acontecerá em tempo real pelo site do Teatro para Alguém e para uma platéia em São Paulo que acompanhará a gravação através de um telão.

No elenco IGOR ALGELKORTE, JEFFERSON SCHROEDER, JULIANA BENDER, JULYANE BODINI, LUIZ ANTONIO FORTES E PAULA ALEXANDER.

Direção das cenas FELIPE BARENCO e supervisão de direção FELIPE HERZOG. Produção FELIPE BARENCO E FELIPE HERZOG.

Agradecimentos especiais MARIA GRIFTH, NATASHA CORBELINO E SONAIRA D´AVILA

TPA discute dramaturgia no SESI

Sunday, October 18th, 2009

O Teatro Para Alguém vai participar na semana que vem do 1º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia do SESI-British Council. No dia 26/10, segunda-feira, às 11h30, nosso diretor de fotografia e cenógrafo Nelson Kao estará na mesa “As Linguagens Dramatúrgicas na Sociedade Globalizada”, conversando com o dramaturgo inglês David Ian Neville com mediação de Ricardo Medeiros.

Para quem não lembra, tivemos um projeto em conjunto com os novos dramaturgos formados lá neste ano. Foi o projeto Os 12 Dramaturgos, com peças inéditas, todas ainda disponíveis, claro, no Porão.

O debate do dia 26 vai ter transmissão ao vivo pela web, ok? Fiquem ligados.

ciclodedramaturgia

Novo projeto do Teatro Para Alguém: ‘Os 12 Dramaturgos’

Friday, July 24th, 2009

Enquanto todo mundo aguarda a segunda temporada de “Corpo Estranho”, a gente aqui no Teatro Para Alguém já surge com um novo projeto, este com uma colaboração que nos dá orgulho: os ex-alunos da turma 2009 do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council. É a série de peças inéditas “Os 12 Dramaturgos”.

TPA + Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council

Os ex-alunos do SESI, coordenados pela jornalista e dramaturga Marici Salomão, procuraram a gente para poder colocar em cena os textos trabalhados por lá – e que muitas vezes não têm chance de serem exibidos publicamente. A gente adora democracia e novos talentos por aqui, então acolhemos os 12 novos dramaturgos, que produziram eles mesmos suas peças, com elenco e direção próprias.

Os resultados começam a ser vistos agora. Toda semana, a partir de hoje (sexta, 24 de julho), duas peças inéditas farão sua premiere ao vivo na Sala de E-Star, sempre às 21h e às 22h. Veja o cronograma completo:

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PROGRAMAÇÃO
‘OS 12 DRAMATURGOS’

24/7
“Algo a Dizer”, texto de Rafael Carvalho
“Nécessaire da Sé”, texto de Marcello Jordan

31/7
“Brigite”, texto de Cyntia Becker
“O Teatro dos Outros”, texto de Felipe de Moraes

7/8
“Minhas roupas”, texto de Nadya Millano
“Quem é?”, texto de Fernanda Jaber

14/8
“Chorume”, texto de Gustavo Gonçalves
“Sapato e Porta-Retrato”, texto de Luise Cohen

21/8
“Xadrez”, texto de Marco Catalão
“Ter Fogo é Fogo”, texto de Loreana Valentini

28/8
“Destino”, texto de Melissa Schleich
“Banquete”, texto de Eduardo Baszczyn

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Release completo sobre o projeto pode ser lido em PDF aqui.

Mais informações sobre o Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council – www.sesisp.org.br/dramaturgia.

Esperamos vcs, às sextas-feiras. =) O projeto já acabou, mas continue com a gente. =)

Segunda leva de fotos do Corpo Estranho 2

Monday, July 13th, 2009

Ontem terminamos as filmagens de Corpo Estranho 2. Uma mistura de felicidade, alívio e apreensão. Se por um lado encerramos este período tão especial, envolvidos com profissionais incríveis de todos os campos (atores, criadores e técnica), agora fica o medo de ver o material bruto, sem saber se fomos capazes de dar conta do recado no nível que desejávamos ou não.
Estas fotos, atrapalhadas como estão, refletem este estado de espírito. São fotos de quem estava completamente imerso no processo, incapaz de diferenciar (ou, às vezes, sequer entender) o que estava acontecendo, pois estávamos completamente em processo, no olho do furacão. Agora, ao resgatar as imagens, começo um trabalho de rever, reconhecer e redescobrir o que aconteceu.
Diferentemente das fotos da Alessandra, acho que estas são, puramente falando, menos fotográficas, imagéticas. A imagem fotográfica tem sua gramática própria, suas regras, suas nuances. Formas, movimento, composição, contraste, linhas, cores. Geralmente estes elementos são até mais importantes do que o próprio assunto retratado, pois essa é a essência da fotografia, aquilo que a diferencia das outras artes. No entanto, eu peco aqui pelo contrário. Muitas vezes o assunto predomina, o tempo para fotografar é tão ínfimo que e estamos tão ocupados preparando o espetáculo (ou dele participando, quando estou filmando) que para mim é muito difícil separar a emoção do momento e transcender o seu registro. Não quero aqui me desculpar, ou diminuir o seu valor. Espero o contrário, que eu seja capaz de transmitir com elas a emoção que foi cada um dos episódios, sua pulsação, nossas crises, nossas dúvidas, nossas tentativas e acertos. Espero que apreciem e que, mais tarde, possamos compreender através delas o que é e como foi este novo Corpo Estranho dentro de cada um de nós. Corpos pulsantes, sempre vivos, de criação, suor e loucura, que iremos descobrir juntos à medida que eu for selecionando as fotos, as quais serão publicadas aqui imediatamente, logo em seguida.

Novas filmagens, grandes dúvidas.

Monday, June 22nd, 2009

Após trabalhar alguns anos no Teatro da Vertigem eu aprendi o valor positivo dos conflitos. Lá eu vivenciei os choques entre os locais de encenação que trazem a realidade do locus (igreja, hospital, presídio, Rio Tietê) em contraposição à realidade fictícia do teatro e sua linguagem sintética e simbólica. O choque entre escritores que não são dramaturgos de teatro experimentando os palcos. O choque entre as criatividades individuais em uma realização coletiva/colaborativa… E acho que intuitivamente trouxe aqui esta postura, ao estabelecer como uma meta do TPA a fricção criativa (expressão que eu aprendi com o Antônio Araújo) entre profissionais de áreas tão complementares quanto distantes: teatro e cinema. (Aqui também temos os conflitos dos escritores que nunca fizeram um espeteaculo para teatro, mas isso é assunto para mais um futuro e imenso post…)

E agora que começamos os trabalhos para o Corpo Estranho 2 com uma nova equipe, já tivemos diversas e acaloradas discussões.

Vejam, por exemplo, os desabafos acalorados de nosso diretor, Danilo Marques, em seu Blog.

Porque aqui estamos abertos a experimentações, portanto existem regras, mas elas são bastante flexíveis. E, ao longo destas experimentações descobrimos que existem culturas absolutamente diferentes, quase intransponíveis entre os dois mundos, que aqui simplifico como a primazia do Ator (Teatro) versus a primazia da técnica (Cinema).

Talvez a primazia do ator seja fruto de um modelo estético adotado para a sobrevivência do Teatro no Brasil. Afinal, estamos num país que valoriza pouco a Cultura, e portanto, sobra muito pouco para se investir nela, e menos especificamente no Teatro, que possui menor visibilidade em relação a outras artes com mídias muito mais poderosas, como a TV e o Cinema. E como o orçamento para a produção de espetáculos geralmente é muito restrito, privilegia-se o ator em detrimento a todo o resto (cenografia, iluminação, maquiagem), pois fica-se no fundamental para que a ação teatral ocorra. O ator, no teatro, é o único elemento que não pode ser economizado. Ele é o rei. As máquinas precisam se adaptar ao ator.

No audiovisual, no entanto, tudo passa pelas lentes de uma câmera. Cuja diária geralmente custa muito mais que a do ator. Isso sem contar nas diárias de toda a equipe. Operadores, maquinistas, diretores disso, diretores daquilo, assistente do diretor disso e daquilo… A técnica é tão cara que ela vira a prioridade. O ator precisa se submeter ao tempo da técnica, das máquinas.

Aqui então surge o primeiro ponto que quero trazer à tona: a dificuldade de adaptação que ocorre entre ambas as partes, os profissionais do audiovisual, com a cultura da técnica em direto confronto com os profissionais de teatro, com a cultura do ator.  Ambos sofremos no processo de “Socorro…”, pois cada um tinha a sua cultura.

Existe um tempo necessário para a técnica que o ator ou o diretor de teatro não entende. Uma câmera, por melhor que seja, nunca é tão boa como o olho humano. Precisa de uma série de ajustes para chegar a um resultado que nem de perto consegue traduzir todas as sensações do momento. Muitas vezes a visão através de uma câmera já é empobrecedora, ainda mais numa telinha pequena e bidimensional de um computador. Isso sem contar com a ausência do cheiro, do tato, de todos os outros sentidos que nunca poderão ser transmitidos através de máquinas. Por isso a técnica precisa de tempo. De planejamento. De setups e presets. De codecs. De equipamentos. De ensaios e ensaios técnicos. Afinal, a câmera também é mais um ator. O ator invisível que, muitas vezes, é o olhar subjetivo do espectador.

Uma vez ouvi uma historinha, dessas que a gente nunca sabe se é mito ou não: Disseram a um grande fotógrafo que ele era um exímio contador de histórias. Que ele conseguia criar imagens extremamente belas e sensíveis, e, portanto, que ele conseguia transmitir com uma facilidade enorme sensações muito profundas e de uma forma sintética, direta. Ele respondeu que ele nunca se achou uma pessoa capaz de se exprimir com facilidade, ao contrário do que todos pensavam. Afinal, se ele fosse tão bom pra dizer o que queria, não precisaria carregar tantos equipamentos consigo para dizer apenas uma única imagem.

HQs

Tuesday, June 16th, 2009

Duas tirinhas para quem faz teatro rir de si mesmo.

Uma do Laerte:

Outra do Allan Sieber:

Festa do teatro. Assista com moderação

Sunday, June 14th, 2009

A gente aqui no TPA é realmente muito crítico, chato até, com o teatro que se faz por aí. Difícil a gente sentar e falar ‘tal peça é foda!’. Eu particularmente não acho quantidade um referencial válido. Das cento e tantas peças em cartaz em SP hoje, sei lá, só umas 15 talvez mereçam uma chance de serem vistas.

Festa do Teatro 2009

Feita a ressalva, lá vai a dica. Começa nesta semana em SP um projeto impossível de não apoiar, a Festa do Teatro 2009. É uma distribuição em massa de ingressos gratuitos pra uma porrada de peças, organizada pelos Parlapatões e outras duas produtoras. Vale a pena pra não pagar o absurdo que algumas montagens cobram e pra pensar, enfim, o que de fato se deve ver.

O TPA, claro, faz sua parte. Todas as nossas peças estão online para sempre – e de graça – no PORÃO!

Aliás, que tal assistir de novo agora uma das minhas preferidas, Deve Ser do Caralho o Carnaval em Bonifácio, do Bortolotto com Renata Jesion, Zemanuel Piñero e Mauro Schames? Abaixo:

Palavras proibidas no teatro brasileiro

Wednesday, June 3rd, 2009

Caiu nas minhas mãos quando estive em Rio Preto neste final de semana um livro recém-lançado de uma editora local lá que parece importante para quem está ligado em teatro político — ou apenas na história das artes cênicas no Brasil. É o “Palavras Proibidas”. A pesquisadora Mayra Rodrigues Gomes (ECA-USP), bancada pela Fapesp e com quatro colaboradoras, levantou todas as palavras vetadas pela censura em peças encenadas no país entre 1925 e 1968.

Não deu pra ler ainda, mas folheando tudo leva a crer que ali há preciosidades. Um exemplo que pulou na cara quando abri o livro foi o de “Navalha na Carne” (Plínio Marcos, 1967), que o censor implicou com expressões como “o desgraçado ficou em cima de mim mais de duas horas” e “porra” (ao mesmo tempo em que deixou passar alguns “filhos da puta”, “doente o cassete”, “vaca” etc).


>> ‘Navalha na Carne’, 1967, RJ

Outro curioso é o da peça “O Inimigo do Povo”, de Ibsen, que o censor de 1963 vetou apenas uma palavra (e consequentemente um diálogo): “merda” da frase “Merda! Oh, desculpe… Isso muda tudo”. Isso porque o personagem ainda pede desculpas pelo palavrão-chavão da classe teatral…

O livro está à venda pela internet, na Cultura. Busquei, mas ainda não tem na Estante Virtual.

Quem quiser saber mais pode ler o PDF abaixo, com uma apresentação da autora feita para um congresso de mídia (veja na tela inteira clicando no botão no canto superior à direita).

E se o Arthur fosse seu filho?

Tuesday, June 2nd, 2009

Trombei outro dia no Orkut com uma discussão muito bacana em torno de uma das miniencenas aqui do Teatro Para Alguém. A comunidade “Eu não quero ter filhos” pegou como mote o “O Arthur” (do Antônio Prata, com a Iara Jamra, direção da Renata) pra debater as mães “cegas”, que superprotegem os filhos — e também como argumento para não tê-los. Eu particularmente compartilho da opinião. Mas isso pouco importa.

Vejam a discussão (aqui e abaixo):

discusão sobre 'O Arthur' no Orkut

Esse é o efeito que buscamos com o TPA. Fazer as pessoas discutirem o conteúdo, não apenas a forma de produção, a linguagem. Arte pode mudar mentalidades, gente, acreditem nisso.

Aproveite e reveja “O Arthur”:

Seis meses de TPA

Sunday, May 31st, 2009

Quando lançamos o Teatro Para Alguém sentia que estávamos nos precipitando, fazendo algo que não sabíamos direito o que era. Mas a Rê insistiu e decidiu estreiar do jeito que estava, em Novembro de 2008. Afinal, fazia quase um ano que ficávamos discutindo como fazer e ela não aguentava mais esperar.

Hoje muita coisa mudou. Encontramos muitos parceiros, gente dedicada a trabalhar por quase nada, gente que não gostou (e nunca viu), gente que vê sempre e estranhou que não publicamos nada na véspera do Natal, gente que nunca entendeu nada do que estamos fazendo.

Mas hoje já temos muitas certezas. Continuamos achando que Teatro filmado é muito chato. Pela telinha do computador, esperando o download e dando paus homéricos, pior ainda. Mas então, por que continuar?

Porque acreditamos no que estamos fazendo, intuitivamente. Muitas pessoas que se juntaram a nós disseram que trabalhar no nosso site era a coisa que mais lhes davam prazer. Loucos profetas trouxeram a esperança de uma revolução cultural via Internet. As Lan Houses hoje espalhadas pelo país seriam os quilombos de onde qualquer um poderia gerar conteúdo para a futura IPTV, acabando com a oligarquização dos meios de comunicação de massa.

Lindo, lindo, mas por enquanto a ideologia ainda não trouxe um centavo sequer para o site, mesmo que a gente consiga produzir com muito, mas muito menos mesmo que qualquer produtora ou TV (e com qualidade igual ou melhor, diga-se de passagem). Os maiores dramaturgos da atualidade cederam seus textos para nossa encenação. Cansamos de contar quantos artistas daqui já ganharam prêmios Shell, Mel, Uéu. São pessoas que sabem que, muito mais do que prêmios, precisamos comunicar com pessoas, público, artistas, empresários, comunidades, países que acreditam na renovação e ousadia das linguagens teatral e audiovisual.

Por isso vamos indo. Estamos começando a trabalhar a segunda temporada de Corpo Estranho, com uma equipe maior ainda e um corpo técnico aprimorado. O time de campeões já tem muito mais que vinte e dois em campo, malucos que, vendo a bola rolar, entram no jogo somente pela alegria de ver seu trabalho sendo valorizado, de se divertir e se jogar no grande campo do mundo e da liberdade.

Estamos preparando grandes novidades no site, que serão implementadas à medida que ficarem prontas. E começamos aqui, neste Blog. Aqui queremos abrir para todos nossas dúvidas, certezas, o processo de criação, os dilemas que surgem no caminho com todos vocês, espectadores, leitores, artistas que visitam e circulam pela casa. Pela nossa casa. Afinal, estamos desbranvando uma seara nova para todos. Os malucos, os oligarcas, os campeões, os derrotados, os internautas e os anti-tecnólogos, os premiados, os quilombolas, os jogadores, os virtuais e reais, públicos, parceiros, cúmplices ou inimigos. Sejam benvindos sempre.

Nelson Kao