Trombei outro dia no Orkut com uma discussão muito bacana em torno de uma das miniencenas aqui do Teatro Para Alguém. A comunidade “Eu não quero ter filhos” pegou como mote o “O Arthur” (do Antônio Prata, com a Iara Jamra, direção da Renata) pra debater as mães “cegas”, que superprotegem os filhos — e também como argumento para não tê-los. Eu particularmente compartilho da opinião. Mas isso pouco importa.
Vejam a discussão (aqui e abaixo):
Esse é o efeito que buscamos com o TPA. Fazer as pessoas discutirem o conteúdo, não apenas a forma de produção, a linguagem. Arte pode mudar mentalidades, gente, acreditem nisso.
Aproveite e reveja “O Arthur”:




